Como transformar o seu setor de meio ambiente em uma máquina de resultados.

A área de meio ambiente é sempre renegada àquela função de suporte às organizações. Ou seja, na maioria dos casos não é muito diferente do bom e velho almoxarifado, servindo apenas como mais um penduricalho de custos dentro da empresa.

Mas será que precisa ser assim? Nós acreditamos que a área de meio ambiente pode ser muito mais do que um suporte, ou um penduricalho. Para nós o setor de meio ambiente é estratégico, é parte fundamental da organização e uma máquina de geração de eficiência e produtividade. Sabe por quê?

Bom, vamos ao básico primeiro. Pense em um processo produtivo qualquer, uma pastelaria, por exemplo. Se olharmos em uma escala macro, esse seria o mapa, ou o fluxograma do processo produtivo da nossa pastelaria.

Fig 1

 A massa do pastel, os recheios, a energia elétrica, o óleo e tudo mais que precisamos para fazer o pastel é a nossa primeira entrada, nesse exemplo macro representada por matéria prima e insumos. Já a parte de misturar a massa com o recheio, colocar no formato de pastel, fritar no óleo e tal, é o que chamamos de beneficiamento. Enquanto que a expedição é a venda mesmo.

Fácil né? Pois é! Todo processo industrial pode ser reduzido em uma escala macro dessa forma. Mas o que isso tem a ver com gestão ambiental? Bom, nesse exemplo aí, tudo que entra de Matéria Prima saí como Produto, logo o processo é 100% eficiente.

Infelizmente isso não acontece, nem sempre a massa fica do jeito que o Sr. Myagi quer, e daí acaba indo para o lixo. A carne as vezes tem um lote que ficou meio esquisito, ou aquele pedaço de queijo não estava com uma cara muito boa.

Na hora de rechear o pastel, sem querer, cai um pouco de recheio no chão, ou mesmo na montagem um pastel “suicida-se a si mesmo”. E quando aqueles três malditos não são vendidos, e ficam velhos na vitrine? Também vai para o lixo! Ainda tem a água que lavamos as mãos para preparar o pastel, os guardanapos, embalagens…

Todos estes itens têm uma coisa em comum: São considerados as saídas do nosso processo produtivo, ou seja, as perdas (não percas, pelo amor de Deus). Se a gente colocasse no nosso mapeamento, ficaria mais ou menos assim.

Fig 2

Você percebeu que as setas têm tamanhos diferentes? Você percebeu que as setas que já estavam no processo diminuíram? Pois é, cada perda tem um valor diferente dentro do processo, algumas são muito representativas, outras nem tanto. Mas o resultado da soma de todas elas, representa o tamanho do seu desperdício, ou seja, o tanto que você perde de eficiência na produção.

Ah, legal! Mas de novo, o que isso tem a ver com meio ambiente? Tudo! Pensa comigo, todas elas são monitoradas pelo setor de meio ambiente da empresa, ou seja, ele que tem (ou deveria ter) essa informação preciosa, olha aí como fica fácil de ver.

Fig 3

Com essa informação, você consegue entender primeiro qual das suas emissões impacta mais no seu resultado, ou seja, qual tem a seta maior. Depois você consegue entender em qual parte do processo vale a pena focar os esforços. Focando os esforços, você procura soluções para reduzir essa seta, sempre envolvendo a empresa toda no processo, para que isso se torne uma cultura dentro da organização. Dessa forma, sua organização vai buscar sempre reduzir as setas e aumentar a eficiência de forma contínua, tornando sua gestão ambiental em uma máquina de resultados.

É assim que transformamos empresas em negócios sustentáveis! Junte-se a nós, entre em contato com a gente!


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